sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Usos e Costumes

Usos e Costumes - o que a Bíblia diz!
No Brasil impressiona a quantidade de costumes inventados pelas igrejas. Por isso é bom avaliarmos o que realmente a Bíblia diz.

Leia esse artigo.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Padrões Litúrgicos

Como os críticos gostam de descrever os acontecimentos nos cultos pentecostais! Como se regozijam de se referir à maneira de eles tremerem, clamarem, dançarem, caírem e, então, dirigindo-se ao interessado perguntar seriamente: “isso tem alguma coisa em comum com o relato calmo e solene das Escrituras?”. O interessado, se for um verdadeiro estudante das Escrituras, pode retrucar: "A qual relato calmo e solene das Escrituras se refere? Ao relato do Pentecostes, quando as manifestações extraordinárias e barulhentas levaram os zombadores a dizerem: “Estão embriagados?” Ou refere-se a história da cura do coxo, que deu “um salto, pôs-se em pé e, começou a andar; e entrou no templo, andando, saltando e louvando a Deus?” Ao relato em Atos 4, onde os discípulos “levantaram unanimemente a voz?” A Saulo que caiu sob o poder de Deus? Ao regozijo e louvor a Deus em alta voz da multidão na entrada triunfal, o qual o Senhor Jesus apoiou, dizendo: “Declaro-vos que, se estes se calarem, as pedras clamarão"?

Carl Brumback no livro “Que Quer Isto Dizer? (O S. Boyer, 1960)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Evangélico e Evangelical

Evangélico e Evangelical

Como todos sabem, os protestantes surgiram no século XVI.
Os evangelicais surgiram no século XVIII como um movimento dentro do protestantismo.
(http://www.britannica.com/EBchecked/topic/196819/Evangelical-church)
O Evangelicalismo tem raíz no Pietismo germânico e no Metodismo britânico. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelical)

Estive estudando um pouco a etmologia das palavras e descobri algumas coisas interessantes:

Na língua alemã existia a palavra "Evangelisch" usada para as igrejas protestantes (territoriais) nascidas no século XVI.
A partir do século XVIII surgiu o termo alemão "Evangelikal" para designar o movimento evangelical.

Na língua portuguesa o termo "evangélico" era usado pelas igrejas reformadas do século XVI (ex.: Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil).
E a partir do século XVIII surgiu o termo "evangelical" em português para designar o movimento evangelical.

Na língua inglesa as igrejas do século XVI eram chamadas apenas de protestantes ou reformadas.
Só a partir do século XVIII é que surgiu o termo "Evangelical" na lingua inglesa (inicialmente para designar o movimento evangelical).

USO COMUM DOS TERMOS

Hoje na Alemanha o termo "Evangelisch" é usado para os protestantes das igrejas ligadas ao Estado e também para algumas igrejas livres (como a Metodista).
O termo "Evangelikal" é bastante usado e serve para designar o movimento evangelical.

Hoje no português o termo "evangélico" é usado para os protestantes de qualquer vertente.
O termo "evangelical" é menos usado e serve para designar o movimento evangelical.

Hoje no inglês o termo "evangelical" é usado para os protestantes de qualquer vertente.
Não existe um termo para designar apenas o movimento evangelical.

Ou seja, o alemão preserva os significados originais dos termos.
O português ampliou o significado da palavra evangélico/evangelisch.
E no inglês o termo "evangelical" ganhou uma conotação mais abrangente.

PS.1: Ainda não conclui essa pesquisa - se alguém quiser contribuir fique a vontade...
PS.2: Revisei o meu post "Sou Evangelical" em função dessa pesquisa.
PS.3: Veja as diferenças aqui.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Os Cristãos e a Responsabilidade Social

Os Cristãos e a Responsabilidade Social
Muitas pessoas questionam se nós conservadores estamos engajados na transformação social.

Com certeza que sim! Além da pregação do evangelho que transforma realidades (liberta viciados, restaura casamentos, muda o caráter de bandidos, etc), do discipulado que ensina a pessoa a melhorar de vida (moral, casamento, finanças etc), e da solidariedade praticada por muitos cristãos (assistencialismo), existem muitas ações estruturadas de inclusão social promovidas por conservadores.

A atuação social costuma ser classificada em dois níveis:
  • Assistencialismo é a ação de pessoas, organizações governamentais e entidades sociais junto às camadas sociais mais desfavorecidas, marginalizadas e carentes, caracterizada pela ajuda momentânea, filantrópica, pontual (doações de alimentos e medicamentos, por exemplo). Tal prática, desprovida de teoria, não é capaz de transformar a realidade social das comunidades mais pobres, pois atende apenas às necessidades individuais e a ajuda é feita por meio de doações. A falta de mudanças estruturais significativas não tira os necessitados da condição de carentes, pois não há elaboração projetos e políticas assistenciais.
  • Inclusão social é o conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela classe social, educação, idade, deficiência, sexualidade, preconceito social ou preconceitos raciais. São ações que de fato melhoram a vida das pessoas. Podem ser promovidas por Igrejas, ONGs ou mesmo na esfera política e legal.
Costuma-se dizer:
- Assistencialismo = dar o peixe.
- Inclusão social = ensinar a pescar.

A ação social sempre foi uma marca forte do cristianismo.
Vejamos alguns exemplos:

Exemplos de Lutas Sociais Vencidas no Passado- Instituição do Descanso Dominical;
- Fundação dos primeiros Hospitais;
- Criação das primeiras Universidades;
- Pioneiros da luta pela abolição da escravatura (leia sobre William Wilbeforce ou assista o filme Jornada pela Liberdade: https://www.youtube.com/watch?v=Yi-mjcxHgZI);
- Luta por melhores condições de trabalho e diminuição da carga horária (veja ações do General do Exército de Salvação dentre outros);
- Formação dos “Alcoólatras Anônimos”;

Lutas Sociais Atuais
- Combate às Drogas, Pedofilia, Aborto, Ideologia de Gênero, Legalização da Prostituição, Racismo, Liberação das Drogas e Casamento Gay (via Militância Política e Conscientização);
- Fim do Sacrifício de Bebês Indígenas (que eram enterrados vivos - veja o site: http://www.hakani.org/pt/ ou o Documentário Hakanihttps://www.youtube.com/watch?v=YASOnDpCTb8)
- Recuperação de Dependentes Químicos através do evangelho e de Centros de Recuperação (Veja o  clássico filme A Cruz e o Punhal: https://www.youtube.com/watch?v=SJDDs-rfqyo);
- Recuperação e Ressocialização de Presidiários através do evangelismo;
- Orfanatos que recebem crianças em situação de risco (além de cristãos que resolvem adotar crianças de rua como a Mãe Abigail, Flordelis e muitos outros). Veja alguns filmes sobre isso:
O texto a seguir conta um pouco do que Jesus e a igreja primitiva faziam em termos solidários. Serve para refletirmos em nosso papel como cristãos e como igreja.

A Prática de Jesus
Jesus estabeleceu uma comunidade de discípulos cujo relacionamento se baseava no amor e na partilha.
- Essa comunidade dispunha de uma bolsa comum onde eram recolhidas ofertas/doações que eram administradas por Judas Iscariotes. Dessa bolsa, sob as ordens de Jesus eram feitas doações aos pobres (cf. Jo 12:6; 13:29). Algumas mulheres seguidoras do Mestre colocavam seus bens a serviço dessa causa (cf. Mc 15:40,41; Lc 8:1-3).

- A proposta de Jesus ao jovem rico (Lc 19:16-22). Aqui Jesus propõe ao jovem uma alteração radical no seu estilo de vida que trazia implicações profundas na área financeira: repartir com os pobres.

- A multiplicação dos pães e dos peixes (Mc 6:30-44). Ao multiplicar estes elementos Jesus se utiliza do pouco que alguém se dispôs a partilhar. Partilhar o que se tem mexe com o nosso egoísmo.

O Exercício dos Ministérios Sociais nos Primeiros Tempos da Igreja A preocupação com ministérios sociais é natural à fé cristã e essa marca distinguiu os cristãos desde o princípio. Nos primeiros três séculos da Igreja essa preocupação se configurou no surgimento de diversas atividades cujo objetivo era socorrer pessoas em situações extremas (viúvas, órfãos, encarcerados, etc.).

- Socorro a órfãos e viúvas – as comunidades cristãs assumiram como tarefa básica de seus líderes “cuidar daqueles que não tinham ninguém mais para tomar-lhes conta” (HINSON & SIEPIERSKI, s/d., p. 94), cf. Tg 1:27. Por volta de 217, Hipólito testava candidatos ao batismo no socorro dispensado às viúvas. Nesse período o infanticídio e o abandono de crianças eram ocorrências comuns no Império Romano. As comunidades cristãs então, envolveram-se na tarefa de recolher e cuidar das crianças abandonadas.

- Socorro aos doentes, miseráveis e debilitados – Para atender “empobrecidos e negligenciados (...) as igrejas estabeleceram uma estrutura no diaconato...” (HINSON & SIEPIERSKI, s/d., p.95). Para aqueles irmãos negligenciar os pobres era grave pecado e o Didaquê (Manual da Igreja Cristã Primitiva) denominou a falta de atenção aos pobres como “o caminho da morte”.

- Apoio aos encarcerados e cativos – “Justino classificou a visitação de prisioneiros entre as funções regulares dos diáconos de seu tempo” (idem, p.95). Eventualmente, alguns cristãos se colocaram em prisão para libertar outros. Clemente de Roma, afirma que muitos cristãos se ofereceram como prisioneiros para libertar outros (cf. HINSON & SIEPIERSKI, s/d. p. 95)

- Sepultamento de indigentes – providenciar os meios para que pessoas pobres fossem sepultadas dignamente.

- Arranjando empregos eticamente corretos – quando um indivíduo tinha um trabalho eticamente questionável (gladiadores, por exemplo), a Igreja procurava outro emprego para ele. Quando o emprego não era encontrado imediatamente as igrejas sustentavam essas pessoas através de um fundo comum até que a situação fosse resolvida.

- Socorro em tempos de calamidades – quando ocorriam situações de emergências como períodos de escassez de alimentos (II Co 8,9), enchentes, etc. os cristãos sentiam-se naturalmente movidos a buscar meios para amenizar as conseqüências de tais episódios na população, especialmente, os mais pobres.

[Fonte: Os Evangélicos e a Responsabilidade Social - Pr. Adenilson Ribeiro de Oliveira]
Além disso, há outros relatos interessantíssimos:

- Por volta de 125 A.D. o filósofo Aristides descreve o seguinte quadro cristão:
Eles andam em humildade e bondade; Não existe falsidade entre eles; amam uns aos outros. Não desprezam as viúvas, nem molestam o órfão. Aquele que tem dá liberalmente para o que não tem. Se encontram um estrangeiro, logo lhe dão colhida e se alegram com ele como se fosse um irmão: não na carne, mas no espírito, em Deus. Quando um de seus pobres passa deste mundo e um deles é informado, logo toma providências para o seu sepultamento, conforme estiver ao seu alcance. E se ouvem que alguém entre eles é preso por causa do nome do seu Messias, todos providenciam para as suas necessidades; e, se é possível que seja posto em liberdade, esforçam-se por conseguí-lo. Se há alguém entre eles pobre e necessitado, não tendo em abundância o de que necessita, jejuam dois ou três dias para suprirem-no com o alimento de que precisa.

- Por volta do ano de 250 A.D a igreja em Roma sustentava 1500 pessoas carentes, algo singular no antigo Império Romano.

[Fonte: Cristãos Ricos em Tempos de Fome, página 113 – Ronald J. Sider]

Profecias sobre o Messias: Jesus!

Profecias do AT sobre o Messias: Jesus as cumpriu!

Salmo do rei Davi, onde Ele chama o Messias de Senhor e Sacerdote:
Sl:110:1: DISSE o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.
Sl:110:2: O SENHOR enviará o cetro da tua fortaleza desde Sião, dizendo: Domina no meio dos teus inimigos.
Sl:110:3: O teu povo será mui voluntário no dia do teu poder; nos ornamentos de santidade, desde a madre da alva, tu tens o orvalho da tua mocidade.
Sl:110:4: Jurou o SENHOR, e não se arrependerá: tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque.
Sl:110:5: O Senhor, à tua direita, ferirá os reis no dia da sua ira.
Sl:110:6: Julgará entre os gentios; tudo encherá de corpos mortos; ferirá os cabeças de muitos países.
Sl:110:7: Beberá do ribeiro no caminho, por isso exaltará a cabeça.


Profecia de Isaías sobre o Messias ensinando a justiça e curando:
Is:42:1: EIS aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.
Is:42:2: Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça.
Is:42:3: A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça.
Is:42:4: Não faltará, nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei.
Is:42:5: Assim diz Deus, o SENHOR, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e
o espírito aos que andam nela.
Is:42:6: Eu, o SENHOR, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão, e te guardarei, e te darei por aliança do povo, e para luz dos gentios.
Is:42:7: Para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas.
Is:42:8: Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.
Is:42:9: Eis que as primeiras coisas já se cumpriram, e as novas eu vos anuncio, e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.

Profecia de Isaías sobre o sofrimento do Messias:
Is:52:13: Eis que o meu servo procederá com prudência; será exaltado, e elevado, e mui sublime.
Is:52:14: Como pasmaram muitos à vista dele, pois o seu parecer estava tão desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua figura mais do que a dos outros filhos dos homens.
Is:52:15: Assim borrifará muitas nações, e os reis fecharão as suas bocas por causa dele; porque aquilo que não lhes foi anunciado verão, e aquilo que eles não ouviram entenderão.

Profecia de Isaías sobre o Messias morrendo pelos pecados do povo:
Is:53:1: QUEM deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?Is:53:2: Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
Is:53:3: Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Is:53:4: Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Is:53:5: Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Is:53:6: Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Is:53:7: Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
Is:53:8: Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
Is:53:9: E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.
Is:53:10: Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão.
Is:53:11: Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si.
Is:53:12: Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.

Profecia de Miquéias sobre o local de nascimento do Messias:
Mi:5:2: E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.
==> Efrata é o antigo nome da cidade de Belém, conforme Gênesis 35.16-19; 48.7; Rute 1.2; 4.11. A profecia de Miquéias define qual seria a cidade natal do Messias, distinguindo-a de outras cidades com o mesmo nome, para que não pairasse dúvida. Por exemplo, havia uma cidade chamada Belém, dentro do território da tribo de Zabulom (Js 19.15).

Profecia de Daniel sobre a data em que o Messias viria:
Dn:9:24: Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo.
Dn:9:25: Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos.
Dn:9:26: E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações.
==> Em Daniel cada semana equivale a 7 anos. Sendo assim, temos 483 anos (69 semanas) desde a ordem de restaurar Jerusalém até o aparecimento do Messias. Essa ordem para reedificar a cidade aconteceu em 457aC (leia Esdras 7).
Fazendo as contas temos que o Messias apareceria em 26dC, que foi o ano em que Jesus iniciou seu ministério. Seu ministério durou 3 anos e Ele foi crucificado em 29dC com 33 anos.
(Lembre que Jesus nasceu em 4aC pois há um erro de cálculo em nosso calendário).

E depois que o Messias fosse cortado (isto é, crucificado - Is:53:8) a cidade e o Templo seriam destruídos pelo povo do príncipe. Isso aconteceu em 70dC quando Jerusalém foi destruída pelos romanos. Mais um profecia cumprida.

Ou seja, o AT fala claramente a data em que o Messias viria e que a crucificação aconteceria antes da destruição de Jerusalém. Sendo assim, como alguém pode negar que Jesus é o Messias prometido?

sábado, 3 de janeiro de 2009

Jesus PODE Salvar a Todos

Jesus PODE Salvar a Todos

Os arminianos costumam dizer que Jesus tornou a salvação possível ou acessível a todos.
Mt:18:11: Porque o Filho do homem veio salvar o que se tinha perdido.

Os calvinistas alegam que Jesus veio para salvar, e não para tornar a salvação possível.
No entanto, a Bíblia esclarece que embora a vontade de Deus seja salvar a todos os perdidos (Mt 18.11), Ele só PODE salvar aqueles que se achegam a Deus (isto é, aqueles que respondem ao chamado do Espírito Santo):

Heb:7:24: Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.
Heb:7:25: Portanto, PODE também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.
Heb:7:26: Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus;

VAMOS À LÓGICA: Os calvinistas alegam que sempre que a Bíblia afirma que Jesus veio salvar, significa salvar "efetivamente" e não apenas tornar a salvação possível.

Se aplicarmos essa regra ao verso de Mt:18:11 (Porque o Filho do homem veio salvar o que se tinha perdido) teríamos que defender então que Jesus vai salvar todos os perdidos efetivamente.

Isso chama-se universalismo e é algo que os calvinistas discordam. Mas o argumento calvinista leva ao universalismo sem eles perceberem.

O arminiano afirma que Jesus veio tornar a salvação possível a todos os perdidos. Isso quebra qualquer possibilidade de universalismo.

1Tm:4:10: Porque para isto trabalhamos e lutamos, pois esperamos no DEUS vivo, que é o SALVADOR DE TODOS OS HOMENS, principalmente dos fiéis.