Não fui reformado! Fui transformado por Deus!


Não fui reformado! Fui transformado por Deus! (Rom:12:2)

Veja na Bíblia os 5 PONTOS DO ARMINIANISMO. E veja aqui mais itens sobre Arminianismo.

Nesse blog não fazemos proselitismo. Esse é um blog pentecostal voltado para pentecostais. E surgiu justamente porque vi muitos pentecostais sendo ingenuamente atraídos por blogs reformados que atacam o pentecostalismo. Amo e respeito meus irmãos reformados. E minha visão é que devemos unir forças para evangelizar o mundo ao invés de ficar digladiando entre nós. Discordo da teologia reformada e do calvinismo, mas sem desrespeitar meus irmãos reformados. Temos muito em comum.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Arminianismo é Equilíbrio Bíblico

Arminianismo é Equilíbrio

Antes da Reforma a Igreja Católica vinha se envolvendo num forte misticismo e enfatizando que a salvação se dava por obras (indulgências). Esse ensino trazia grande jugo sobre o povo que achava necessário comprar ou merecer a salvação de alguma forma.

Foi por causa desse ensino extremo que os reformadores trataram de enfatizar a salvação pela fé. Mas Lutero enfatizou tanto isso em seus livros que até hoje os luteranos dão pouco valor à santidade em sua teologia.

Da mesma forma Calvino tratou de desmontar o falso ensino da salvação por obras, e ao fazer isso acabou caindo num outro extremo alegando que o homem nada fazia para ser salvo, pois isso seria determinado soberanamente por Deus, não podendo ao homem resistir a essa decisão.

Dessa forma, mesmo sem querer e bem intencionado, Calvino tornou Deus um ditador e um ser preconceituoso que faz acepção de pessoas, destinando uns para a salvação e outros para a perdição.

Esse extremismo de Calvino é o típico movimento do pêndulo – quando a sociedade caminha num extremo, a resposta tende a ser radicalmente contrária, até que mais tarde atinjam o equilíbrio.

Em 1610 os reformados alcançaram o equilíbrio bíblico através do Arminianismo Remonstrante, que valorizava a soberania de Deus, a ação do Espírito Santo na conversão, a possibilidade de resistir ao chamado divino, a necessidade do homem de cooperar com Deus na salvação e o desejo divino de que todos sejam salvos (e não somente alguns).